------------- A UnB (Universidade de Brasília) abriu uma sindicância para investigar o caso de uma aluna do 5º semestre do curso de agronomia que foi agredida na tarde da última segunda-feira (18). A estudante, que não teve seu nome divulgado, se dirigia ao carro no estacionamento da universidade quando foi empurrada no chão e atacada com socos e chutes por um homem, que a chamou de "lésbica nojenta". | Por Trás da Mídia Mundial
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A UnB (Universidade de Brasília) abriu uma sindicância para investigar o caso de uma aluna do 5º semestre do curso de agronomia que foi agredida na tarde da última segunda-feira (18). A estudante, que não teve seu nome divulgado, se dirigia ao carro no estacionamento da universidade quando foi empurrada no chão e atacada com socos e chutes por um homem, que a chamou de "lésbica nojenta".

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Após serem feitas pichações homofóbicas na Faculdade de Direito da UnB (Universidade de Braília), estudantes discutiram na tarde desta sexta-feira ações para combater o preconceito no campus. Estavam presentes representantes do Centro Acadêmico de Direito, que teve a sede pichada, de movimentos estudantis e de grupos de defesa dos direitos LGBT. Está marcada uma manifestação para a próxima terça-feira (15)Os estudantes do CA (Centro Acadêmico) do curso de direito da UnB (Universidade de Brasília) se surpreenderam ao encontrar pichações de conteúdo homofóbico na porta de sua sede na última terça-feira (8). Em reação, os alunos pretendem realizar um ato contra a homofobia na sexta-feira (11) Leia mais Walter de Carvalho/UOL
O grupo divulgou uma lista de reivindicações para a um UnB e um manifesto, em que A jovem registrou boletim de ocorrência e o caso está sendo investigado pela 2ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, na Asa Norte, que já identificou um suspeito. Com a abertura da sindicância, a UnB promete entregar à polícia as imagens do circuito interno de vigilância para ajudar na identificação do criminoso. A comissão tem 30 dias para finalizar a investigação.

Após fazer o retrato falado do agressor na última quarta-feira (20), a estudante, acompanhada da mãe, foi até a reitoria da universidade para relatar o ataque. "Não consigo pensar, sair de casa. Estou com medo", disse a jovem, emocionada. Ela ficou com hematomas no rosto e no corpo e teve que usar muletas, por ter enfaixado a perna esquerda e o braço direito.

Nesta sexta (22), um grupo de estudantes realizou um ato contra a homofobia na UnB. No início de janeiro, a universidade já havia enfrentado o assunto, quando paredes do centro acadêmico de direito foram pichadas com frases homofóbicas.

"Está havendo um crescimento dos casos de intolerância na UnB e a reitoria não está tomando as medidas necessárias para aumentar a segurança", disse ao UOL Hyago Brayhan, estudante de serviço social e integrante do movimento LGBT na universidade. "Entregamos uma série de reivindicações desde o ano passado para a reitoria e até agora nada foi feito", afirmou.

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Após serem feitas pichações homofóbicas na Faculdade de Direito da UnB (Universidade de Braília), estudantes discutiram na tarde desta sexta-feira ações para combater o preconceito no campus. Estavam presentes representantes do Centro Acadêmico de Direito, que teve a sede pichada, de movimentos estudantis e de grupos de defesa dos direitos LGBT. Está marcada uma manifestação para a próxima terça-feira (15)Os estudantes do CA (Centro Acadêmico) do curso de direito da UnB (Universidade de Brasília) se surpreenderam ao encontrar pichações de conteúdo homofóbico na porta de sua sede na última terça-feira (8). Em reação, os alunos pretendem realizar um ato contra a homofobia na sexta-feira (11) Leia mais Walter de Carvalho/UOL
O grupo divulgou uma lista de reivindicações para a um UnB e um manifesto, em que criticam o governo federal por não avançar na aprovação do projeto de lei que criminaliza a homofobia e por ter recuado na distribuição de kits de conscientização sobre a diversidade sexual nas escolas públicas.

O DCE (Diretório Central dos Estudantes) marcou para a próxima quinta-feira (28), às 14h30, uma assembleia geral para o discutir o tema, que deverá ser seguida por uma manifesto na reitoria. Antes, às 12h, haverá um debate sobre homofobia com o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ).

Diretoria de diversidade e disque denúncia
O Decanato de Assuntos Comunitários da UnB anunciou hoje a criação de uma diretoria de diversidade, para tratar das questões de gênero e etnia, e um disque-denúncia para casos de agressão. "O principal objetivo é o combate ao preconceito", disse a decana de Assuntos Comunitários, Denise Bomtempo, que prevê a instalação do novo órgão no mês de abril.

Sobre a agressão a estudante de agronomia, Denise reiterou que a universidade vai investigar o caso. "É um caso gravíssimo e que repudiamos veementemente", declarou.

De acordo com a UnB, a nova diretoria vai atuar em conjunto com outras iniciativas já existentes no campus, como o Grupo de Trabalho de Combate à Homofobia, criado em 2012 e formado por alunos, professores e servidores.  Segundo o coordenador do grupo, o professor José Zuchiwschi, após o caso da pichação, tem aumentado a tensão sobre o assunto na universidade, inclusive com a perseguição a um  integrante da iniciativa. "Há um perigo, as pessoas têm que ficar atentas, quanto mais exposição houver, mais haverá reação contrária".


*Com informações da Agência UnB

Centro acadêmico da UnB é pichado com frases homofóbicas; alunos protestam

No Facebook, os estudantes do Centro Acadêmico repudiaram as pichações homofóbicas em sua sede


Os estudantes do CA (Centro Acadêmico) do curso de direito da UnB (Universidade de Brasília) se surpreenderam ao encontrar pichações de conteúdo homofóbico na porta de sua sede na última terça-feira (8). Em reação, os alunos pretendem realizar um ato contra a homofobia na sexta-feira (11).
Na sede do centro acadêmico, na Faculdade de Direito, foram pichadas as frases: "Ñ aos gays" e "Quem gosta de dar, gosta de apanhar".
O CA de direito divulgou em sua página no Facebook uma nota na qual condena o ocorrido. A iniciativa recebeu diversas manifestações de apoio e já havia sido compartilhada por mais de 700 pessoas até o início da tarde desta quarta-feira (9).
Segundo o diretor da Faculdade de Direito da UnB, George Galindo, foi aberta uma sindicância no âmbito da unidade para apurar o caso. Galindo afirmou ainda que tanto a Faculdade de Direito como a reitoria repudiam veementemente o fato e vão fazer todo o possível para esclarecer os fatos e que, se preciso, seriam acionadas a Polícia Civil e Federal.
Para o estudante Hugo Fonseca, membro do CA, o fato é apenas "mera reprodução do que acontece diariamente", mas que, segundo ele, as manifestações homofóbicas estão cada vez mais explícitas. 

Luta contra homofobia

A universidade possui um histórico contraditório sobre o tema. Por um lado, já foi palco de várias ações contra a homofobia, como a campanha "UnB fora do armário", cuja última (edição em maio de 2012) contou com um "Beijaço".
No entanto, não é a primeira vez que sofre manifestações de preconceito: No ano de 2007, alojamentos de alunos africanos que residiam na Casa do Estudante foram incendiados. A própria faculdade de Direito já foi alvo de uma outra pichação, que fazia referências homofóbicas aos estudantes de Relações Internacionais. Na época os dois cursos dividiam o mesmo prédio.
Procurada pelo UOL, a reitoria da UnB não se manifestou sobre o assunto até o final da reportagem.
O ato organizado pelo CA de Direito será realizado na próxima sexta-feira, às 12h, no ICC (Instituto Central de Ciências), maior prédio da universidade, que abriga diversos cursos como arquitetura e comunicação social.



Depois um de mentalidade retrógrada, diz que não se devem ter leis para favorecer os gays.. Somente esse tipo de ignaro tem esse tipo de pensamento..

 http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/02/22/unb-investiga-agressao-contra-aluna-em-ato-de-homofobia-estudantes-protestam.htm

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Adrien Marinho 2

Adrien Marinho: Formei-me em direito e Publicidade, faço MBA em Gestão, sei desenhar e Tenho TDA. O objetivo da página e do blog é alertar contra as injustiças e ganância do homem, e achei essa forma de contribuir, pois com ela, consigo alcançar milhares de pessoas. Espero que você também acorde, estão te envenenando!! Somos muitos, com os mesmos ideais!!
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